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Escrito por Carlos Portela
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Domingo, 07 Fevereiro 2010 13:39 |
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A construção do Mosteiro de S. Gonçalo foi ordenado por D. João III e Dona Catarina. A realização desta majestosa obra teve o seu início em 1543 e demorou cerca de 80 anos a concluir, precisamente em 1620. Frei João Ledesma, assentou a primeira pedra em 2 de Maio de 1543. O imóvel religioso, obtêm em 16 de Junho de 1910, o título de Monumento Nacional. O culto, ao padroeiro de Amarante, S. Gonçalo, foi autorizado pelo Papa Júlio III em 24 de Abril de 1551. Dados documentais recentes apontam para a existência de S. Gonçalo já no século XI e não no século XIII, como afirmam certos investigadores da sua vida e obra religiosa. A veneração religiosa a esta figura nos tempos antigos, teve o seu fulgor nos séculos XVI e XVII. O Solar dos Magalhães, actualmente em ruínas, terá sido construído, provavelmente entre os finais do século XVI e princípios do século XVII. A ponte usualmente apelidada de ponte velha, foi mandada edificar nos finais do século XVIII, em substituição de uma outra que teria ruído. Com os seus traçados arquitectónicos de cariz barroco e neoclássico, o mentor desta obra anteriormente referida, foi o Engenheiro Carlos Amarante. Uma outra igreja, a de S. Pedro existente na cidade, possui no seu interior uma belíssima fachada barroca, complementada com azulejos. Amarante obteve, a sua elevação a cidade no ano de 1985. O Convento de Sta. Clara foi incêndiado em 1809, pelos invasores napoleónicos. Em 1560, foi remodelado e aumentado as suas instalações, pelo Conde de Redondo, Senhor de Gouveia, de Riba Tâmega e Comendador da Comenda de Santa Maria de Gondar. |
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Actualizado em Domingo, 07 Fevereiro 2010 13:46 |
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Geminações celebradas pelo Município de Amarante |
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Escrito por Carlos Portela
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Sexta, 29 Janeiro 2010 12:13 |
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Foram celebrados os seguintes protocolos de geminações pelo Município de Amarante: Em 7 de Junho de 1997, com Achéres, em França. Em 5 de Junho de 1993, com Nampula, em Moçambique Em 8 de Setembro de 2004, com Wiesloch, em Alemanha |
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Actualizado em Sexta, 29 Janeiro 2010 15:29 |
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S. Gonçalo um dos santos portugueses que maior devoção tem, entre as "gentes" do Norte de Portugal, colocando-se em segunda posição face ao Santo António de Lisboa. Esta figura religiosa, nasceu na paróquia de Tagilde, comarca de Guimarães em 1187 e terá possívelmente morrido a 10 de Janeiro de 1259, uma data considerada ainda incerta. Descendente de uma família nobre, do Minho, cedo detém apetência pelo sacerdócio, vindo a tornar-se monge dominicano no convento de S. Domingos em Guimarães, onde iniciou o seu percurso como evangelizador. Frequentou o Paço do Arcebispo de Braga D. Estevão Soares, frequentando a área do conhecimento das Ciências Eclesiásticas, sendo considerado um aluno muito inteligente. Afligia-lhe ver pessoas pobres, a necessitarem de ajuda e tudo fazia para minorar a sua precária situação económica. Foi nomeado pároco de S. Paio de Vizela, após algum tempo de pregação naquele local. Percorreu os sítios religiosos que mais simbolizam a essência do Cristianismo, viajando para a Palestina, Roma e Compostela. Pensando que o seu sobrinho seguiria a mesma devoção religiosa que teve, resolveu entregar-lhe os desígnios da sua paróquia. |
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Breve apontamento do centro histórico de Amarante |
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Antigamente, em tempo não muito distante, Amarante pertenceu administrativamente à Província do Minho. As suas delimitações territoriais com os seus concelhos vizinhos, compreendiam, a Norte com Celorico de Basto, Gestaço a Este, Gouveia, a Sul e Santa Cruz de Riba Tâmega, a Oeste. No século: XIX, ao processar-se as reformas administrativas liberais, as circunscrições administrativas, de Gouveia, Gestaço e Santa Cruz de Riba Tâmega foram eliminadas, sendo transferido grande número das suas freguesias para o Município de Amarante. Amarante, cedo evidênciou, a presença de vários povoados, e na Idade do Bronze a toponimia, é testemunho factual e verídico, em termos como "Cividades", "Castros" ou "Crastros". Sendo também, ainda visivéis provas físicas das culturas megalítica e castreja. O campo arqueológico da Aboboreira, é um dos mais ricos do concelho, naquelas formas de ocupação primitiva dos povos. |
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